nos dá, podem e devem sempre ser usados para o bem e nunca para a maldade ou para proveito próprio.
Existem pessoas que tem o dom para falar em público, dons de vidência e a paranormalidade de pessoas que pressentem quando um mal se aproxima dela e de seus familiares mas, existem os espertalhões que se aproveitam destes dons e acrescentam outro que é o da esperteza e ganham dinheiro em cima das pessoas que acreditam nelas e as seguem sustentando assim verdadeiros charlatães que por trás de uma Bíblia ou outro objeto enganam e tiram dinheiro muitas vezes de quem tem muito pouco, à estes tenho certeza que Deus está preparando a eles o destino e o caminho na hora certa.
Também os "donos" da terra que a exploram e vendem por preços caríssimos o que a terra produz.
Deus fez o mundo e deu aos homens e que hoje estes mesmos homens estão destruindo.
A todos que mencionei acima fica a dica deixada por Jesus:
DAI DE GRAÇA AQUILO QUE VOS FOI DADO DE GRAÇA!
domingo, 31 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
AS COISAS QUE EU GOSTO,
e compartilho de meus amigos no G+1, Facebook e outras redes sociais. Salvo e guardo para que possa dar uma espiada de em vez e quando. Portanto aí vai...Se você identificou alguma como postagem sua, agradeço pois escolhi as que mais gostei para compartilhar.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
CRENÇAS
Vivemos em um país democrático e que permite que cada qual tenha a fé e acredite no que quise, desde que não falte com o respeito com a crença dos outros. Respeitar o que os vizinhos, os amigos e parentes fazem e qual a seita ou religião que sigam é problema de todos nós.
Infelizmente tenho visto principalmente em programas de televisão pseudo pastores que em suas pregações tentam de todas as formas denegrir a igreja católica e suas imagens de santos, apóstolos e outras que para os católicos são sagradas. Tentam denegrir a Umbanda e o Espiritismo alegando que são seitas de adoração a Satanás ou inimigo como eles dizem.
Ora pensemos: Deus é um espirito, um espirito superior que comanda tudo isso e não cai uma folha de uma arvore se não for pela vontade dele. Será então o Espiritismo a verdadeira religião?
Crentes, todos nós somos crentes pois cremos em Deus e o colocamos acima de tudo e todo aquele que seguir seus preceitos serão chamados filhos de Deus. E os que não seguem? Também são filhos de Deus, são as chamadas ovelhas desgarradas e que Deus faz tudo para recupera-las.
A frase muito falada por eles (evangélicos) é o Deus que eu sirvo e dizem isso como se o Deus deles fosse diferente do nosso mas, esquecem que Deus é um só e todos os caminhos nos levam a ele, alguns ficarão ao lado dele e outros seguirão o caminho que ele decidir.
Isto me faz lembrar uma frase de Jesus em suas pregações:
NEM TODOS QUE DIZEM MEU DEUS, MEU DEUS TERÃO O REINO DOS CÉUS.
Infelizmente tenho visto principalmente em programas de televisão pseudo pastores que em suas pregações tentam de todas as formas denegrir a igreja católica e suas imagens de santos, apóstolos e outras que para os católicos são sagradas. Tentam denegrir a Umbanda e o Espiritismo alegando que são seitas de adoração a Satanás ou inimigo como eles dizem.
Ora pensemos: Deus é um espirito, um espirito superior que comanda tudo isso e não cai uma folha de uma arvore se não for pela vontade dele. Será então o Espiritismo a verdadeira religião?
Crentes, todos nós somos crentes pois cremos em Deus e o colocamos acima de tudo e todo aquele que seguir seus preceitos serão chamados filhos de Deus. E os que não seguem? Também são filhos de Deus, são as chamadas ovelhas desgarradas e que Deus faz tudo para recupera-las.
A frase muito falada por eles (evangélicos) é o Deus que eu sirvo e dizem isso como se o Deus deles fosse diferente do nosso mas, esquecem que Deus é um só e todos os caminhos nos levam a ele, alguns ficarão ao lado dele e outros seguirão o caminho que ele decidir.
Isto me faz lembrar uma frase de Jesus em suas pregações:
NEM TODOS QUE DIZEM MEU DEUS, MEU DEUS TERÃO O REINO DOS CÉUS.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
ESTRANHO AMOR (PARTE 03)
Cinco irmãos e cada um com gênio diferente do outro: Meu segundo irmão era levado, o terceiro era calado, o quarto era diferente de todos nós, era danado, malcriado e ruim e o quinto era calmo e até me chamava de mãe, por eu ter tratado dele desde bebê. Enquanto os meninos de minha idade brincavam, jogavam bola, pião, pipas e outras brincadeiras, eu ficava em casa, cozinhava, lavava roupas, arrumava a casa e era chamado de maricas e outros adjetivos maus. A casa consistia em um quarto grande onde dormia todos nós (7) e um cozinha e banheiro no quintal tudo construído de madeira, cozinhava em um fogão à carvão.
E como ia dizendo tinha dois que não me davam paz mas, as nossas vidas caminhava mais ou menos, a mãe trabalhava na quitanda de uns japoneses e todas as noites depois de dar banho nos meus irmãos, íamos na quitanda buscar ela, pois após os serviços domésticos a mesma tinha que ir para a quitanda ajudar a secar e mudar de caixas os tomates e legumes para que não estragassem, e nós ficávamos as vezes até a 01:00 Hra. da madrugada na rua a espera dela.
Depois desse trabalho ela arrumou na casa do pai de um ex prefeito de Santos e foi trabalhar lá, e a nossa vida continuava dois irmãos sossegados e dois dando trabalho, tanto que por causa do meu quarto irmão um cachorro que nós tínhamos assustado com o barulho dele, o bicho se soltou e quase me matou a mordidas, meu braço direito ficou todo mordido, pois ele queria pegar meu pescoço e eu me defendia com o braço, até que um moço entrou em nosso quintal e com um cabo de enxada conseguiu fazer com que o cachorro me largasse, fui ao pronto socorro, levei vários pontos no braço e tomei injeção.
Após esta passagem a mãe pensando em facilitar minha vida, resolveu internar meu irmão em um asilo,uma vez que o patrão dela era presidente de um, e o segundo ela passou a levar com ela para o trabalho. A paz durou pouco, pois o irmão que estava no asilo virou saco de pancadas dos outros meninos que lá estava internados e para protege-lo a mãe internou o terceiro irmão, coisa que o deixou muito revoltado e com um ódio da mãe que ele carregou por muitos anos. O segundo irmão começou a roubar a patroa e os vizinhos e ela teve que deixar ele em cas e ainda pagar o que ele roubou.
Levamos esta vida cheia de altos e baixos até eu conseguir meu primeiro emprêgo e começar a ajudar minha mãe nas despesas de casa, inclusive o primeiro fogão à gaz que a mãe teve fui eu que dei pra ela.
(CONTINUA)
E como ia dizendo tinha dois que não me davam paz mas, as nossas vidas caminhava mais ou menos, a mãe trabalhava na quitanda de uns japoneses e todas as noites depois de dar banho nos meus irmãos, íamos na quitanda buscar ela, pois após os serviços domésticos a mesma tinha que ir para a quitanda ajudar a secar e mudar de caixas os tomates e legumes para que não estragassem, e nós ficávamos as vezes até a 01:00 Hra. da madrugada na rua a espera dela.
Depois desse trabalho ela arrumou na casa do pai de um ex prefeito de Santos e foi trabalhar lá, e a nossa vida continuava dois irmãos sossegados e dois dando trabalho, tanto que por causa do meu quarto irmão um cachorro que nós tínhamos assustado com o barulho dele, o bicho se soltou e quase me matou a mordidas, meu braço direito ficou todo mordido, pois ele queria pegar meu pescoço e eu me defendia com o braço, até que um moço entrou em nosso quintal e com um cabo de enxada conseguiu fazer com que o cachorro me largasse, fui ao pronto socorro, levei vários pontos no braço e tomei injeção.
Após esta passagem a mãe pensando em facilitar minha vida, resolveu internar meu irmão em um asilo,uma vez que o patrão dela era presidente de um, e o segundo ela passou a levar com ela para o trabalho. A paz durou pouco, pois o irmão que estava no asilo virou saco de pancadas dos outros meninos que lá estava internados e para protege-lo a mãe internou o terceiro irmão, coisa que o deixou muito revoltado e com um ódio da mãe que ele carregou por muitos anos. O segundo irmão começou a roubar a patroa e os vizinhos e ela teve que deixar ele em cas e ainda pagar o que ele roubou.
Levamos esta vida cheia de altos e baixos até eu conseguir meu primeiro emprêgo e começar a ajudar minha mãe nas despesas de casa, inclusive o primeiro fogão à gaz que a mãe teve fui eu que dei pra ela.
(CONTINUA)
terça-feira, 5 de agosto de 2014
ESTRANHO AMOR. (PARTE 02)
Na parte dois de meu estranho amor, vou falar de minha infância até aos 16 anos quando a minha vida deu uma virada.
De 0 aos 06 anos lembro pouco ou quase nada deste tempo mas, segundo a minha mãe nossa vida era boa e não tínhamos problema algum até o nascimento de meu quinto irmão, quando então meu pai deu uma quinada e abandonou a família ao Deus dará, ele não saiu de casa mas não ligava mais para a mulher e os filhos nos deixando inclusive passar fome. Foi quando eu passei a ser a filha que minha mãe não teve, pois ela saiu para trabalhar fora e como não tinha ninguém para nos deixar e muito menos pagar para alguma pessoa nos olhar. Eu passei a estudar e tomar conta de meus irmãos, fazia comida, arrumava a casa, lavava roupa e cuidava de meu irmão recém nascido tanto que o mesmo até os dois anos de idade me chamava de mãe. Esta fase da vida durou pelo menos uns cinco ou seis anos, não me recordo bem.
Antes de minha mãe sair de casa para trabalhar ela tentou suprir as nossas necessidades trabalhando em casa, então abriu uma pensão para servir almoço a uns carroceiros que trabalhavam no aterro da rua em que morávamos pois o rio que hoje está no fim da rua vinha até quase o meio da rua mas, voltando a pensão: A mãe comprou fiado nas mercearias e quitandas e começou a fazer comida para os carroceiros e acreditem foi a maior roubada, para nós seus filhos foi bom pois deixamos de passar fome, mas em compensação a mãe tomou muitos calotes e ficou cheia de dívidas com os comerciantes do bairro.
Conseguiu neste período fazer com que eu terminasse meus estudos e até tirar um diploma de datilografia, fazia faxinas e também tomou alguns calotes de uns pobres metidos a ricos que moravam no bairro, tendo uma inclusive dito para uma visita que ela tinha em casa, que minha mãe era uma mendiga que ela ajudava. Então a mãe arrumou um trabalho em uma quitanda de uns japoneses na avenida e foi assim que eu passei a ser definitivamente a menina que a mãe não teve e comecei a tomar conta de meus irmãos de vez.
A minha labuta com meus irmãos contarei mais adiante, pois sinceramente cortei um doze com eles, nós eramos em cinco, sendo que eu era o mais velho.
(CONTINUA).
De 0 aos 06 anos lembro pouco ou quase nada deste tempo mas, segundo a minha mãe nossa vida era boa e não tínhamos problema algum até o nascimento de meu quinto irmão, quando então meu pai deu uma quinada e abandonou a família ao Deus dará, ele não saiu de casa mas não ligava mais para a mulher e os filhos nos deixando inclusive passar fome. Foi quando eu passei a ser a filha que minha mãe não teve, pois ela saiu para trabalhar fora e como não tinha ninguém para nos deixar e muito menos pagar para alguma pessoa nos olhar. Eu passei a estudar e tomar conta de meus irmãos, fazia comida, arrumava a casa, lavava roupa e cuidava de meu irmão recém nascido tanto que o mesmo até os dois anos de idade me chamava de mãe. Esta fase da vida durou pelo menos uns cinco ou seis anos, não me recordo bem.
Antes de minha mãe sair de casa para trabalhar ela tentou suprir as nossas necessidades trabalhando em casa, então abriu uma pensão para servir almoço a uns carroceiros que trabalhavam no aterro da rua em que morávamos pois o rio que hoje está no fim da rua vinha até quase o meio da rua mas, voltando a pensão: A mãe comprou fiado nas mercearias e quitandas e começou a fazer comida para os carroceiros e acreditem foi a maior roubada, para nós seus filhos foi bom pois deixamos de passar fome, mas em compensação a mãe tomou muitos calotes e ficou cheia de dívidas com os comerciantes do bairro.
Conseguiu neste período fazer com que eu terminasse meus estudos e até tirar um diploma de datilografia, fazia faxinas e também tomou alguns calotes de uns pobres metidos a ricos que moravam no bairro, tendo uma inclusive dito para uma visita que ela tinha em casa, que minha mãe era uma mendiga que ela ajudava. Então a mãe arrumou um trabalho em uma quitanda de uns japoneses na avenida e foi assim que eu passei a ser definitivamente a menina que a mãe não teve e comecei a tomar conta de meus irmãos de vez.
A minha labuta com meus irmãos contarei mais adiante, pois sinceramente cortei um doze com eles, nós eramos em cinco, sendo que eu era o mais velho.
(CONTINUA).
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